As confissões até então secretas de Jorge Barata, superintendente da Odebrecht no Peru; e Luiz Mameri, ex-“líder empresarial” da construtora para a América Latina e Angola, sobre como foi subornado para obter o contrato para as obras do Metrô de Lima, durante o segundo governo da APRA.

A justiça peruana proibiu, neste sábado, que o ex-presidente Alan García saia do país durante 18 meses, depois que a procuradoria ampliou uma investigação por supostos subornos pagos pela construtora brasileira Odebrecht. Se for condenado, Garcia pegará 11 anos de cadeia.

O procurador Pérez, especializado em delitos de corrupção, investiga supostas irregularidades na licitação para a construção da linha 1 do metrô de Lima durante o segundo mandato de García (2006-2011). A obra foi da Odebrecht, conduzida a Lima pelo governo lulopetista e financiada pelo BNDES.

O Peru é um dos países mais afetados pelo escândalo de corrupção da Odebrecht, que admitiu ter pago US$ 29 milhões em subornos ao longo de três governos peruanos, incluindo o segundo de García.

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Fonte: idl

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