Angola terá no primeiro trimestre deste ano sua quarta operadora de telecomunicações como parte dos esforços hoje para dinamizar o setor e diminuir os preços, anunciou o vice-ministro do setor Manuel Homem.
O grupo poderá prestar serviços de telefonia fixa, móvel e televisão por assinatura, expôs Homem durante a apresentação do Fórum e exposição global de telecnologias de informações e comunicações (Angotic 2019), que acontecerá em Luanda de 18 a 20 de junho.

Junto à entrada do quarto operador, se garantirá o processo de modernização de infraestruturas de gestão eletrônica e o programa de banda larga.

Igualmente, neste ano se concluirá o processo de privatização da Angola Telecom, na qual o Estado menterá 45% do capital. A ideia é que a empresa entre a ser provedora de internet e de televisão por assinatura.

As licitações públicas foram lançadas em 2017 e inicialmente deviam ter ocorrido no ano passado, com o objetivo declarado de aumentar a concorrência e melhorar a qualidade dos serviços.

No país existem três operadores de telecomunicações: a estatal Angola Telecom (só telefonia fixa) e as privadas Unitel e Movicel.

Mais de 13 milhões de angolanos têm linhas móveis e seis milhões utilizam regularmente internet em uma população de pouco mais de 29 milhões de habitantes.

No entanto, a Angotic 2019, que acontece no Centro de Convenções de Talatona com o lema ‘Fazendo o futuro’, vai destacar a tecnologia agrícola, além de aplicativos que tentam melhorar a saúde, a educação e a pesca.

São esperados cerca de 800 expositores para falar sobre temas como economia eletrônica, a chamada quarta revolução industrial, a cibersegurança, cidades inteligentes, notícias falsas (fake news), big data e turismo.

*Prensa Latina

 

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