O banco de investimentos americano Morgan Stanley fechou um acordo nesta quinta-feira para pagar 150 milhões de dólares e concluir um processo em que é acusado de minimizar os riscos de produtos financeiros vendidos aos fundos de pensões da Califórnia antes da crise financeira de 2008.

O gabinete do procurador-geral da Califórnia apresentou um processo contra a instituição financeira em 2016, acusando-a de “ocultar o alto risco de títulos respaldados por hipotecas que foram vendidas desde 2003 até 2007” ao governo de fundos de pensões de funcionários públicos e professores da Califórnia, detalha uma declaração.

Segundo o documento, os produtos financeiros incluíam milhares de empréstimos imobiliários de qualidade variável, enquanto investidores “pensavam que os riscos desses empréstimos tinham sido cuidadosamente analisados”.

Nesse momento, o banco não descreveu corretamente as verdadeiras características desses empréstimos e não fez o necessário para eliminar os mais duvidosos, disse o gabinete do procurador.

*AFP

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