Após cancelar sua viagem a Nova Iorque, onde receberia o prêmio de “Pessoa do Ano”, o presidente Jair Bolsonaro e seus aliados estudam alternativas ao boicote sofrido por parte do prefeito Bill de Blasio.

“Em face da resistência e dos ataques deliberados do prefeito de Nova York e da pressão de grupos de interesses sobre as instituições que organizam, patrocinam e acolhem em suas instalações no evento anualmente, ficou caracterizada a ideologização da atividade”, disse, por nota, o porta-voz do governo, general Otávio do Rêgo Barros.

Diante da polêmica com o democrata Bill de Blasio, prefeito de Nova York, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o vice Hamilton Mourão saíram em defesa de Bolsonaro.

Em entrevista a jornalistas, na noite deste domingo (5), Bolsonaro confirmou que irá aos Estados Unidos. A viagem, entretanto, ainda não foi confirmada pelo Planalto.

O Itamarty tenta trocar o local da cerimônia para Dallas, no Texas.

Mourão, inclusive, disse que a posição de Bill de Blasio foi uma ofensa a todos os brasileiros.

 

Anúncios