O Museu Nacional do Rio de Janeiro possuía o maior acervo de peças egípcias da América Latina, mas com o incêndio que destruiu o prédio do museu, alguns itens foram perdidos. Algumas peças raras foram recuperadas e devem voltar a compor o acervo .

A coleção é considerada uma das mais importantes e valiosas do Museu. Algumas sequer foram expostas. Entre os destaques um caixão egípcio que ficou 2.700 anos sem ser aberto.

Esta coleção era considerada uma das prediletas da Coroa Portuguesa e começou a ser feita pelos idos de 1826. Chegou a ter mais de 700 peças, mas apenas 27 foram recuperadas pelos funcionários do Museu Nacional.

O trabalho de reconstrução do acervo e garimpo nos escombros não têm prazo para terminar. Serão necessários investimentos de mais de R$ 10 milhões para se pensar no museu funcionando a partir de 2021, informa a Jovem Pan.

 

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