O Ministério Público da Suécia está retomando suas alegações preliminares de estupro contra o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, segundo anunciado pela vice-presidente da agência, Eva-Marie Persson.

O advogado sueco de Assange disse que seu cliente apoiaria a investigação, mas temia ser extraditado para os EUA. O advogado Per Samuelsen disse à emissora SVT que ficou “muito surpreso” com a decisão de reabrir o caso. Assange é inocente.

O Ministério Público da Suécia abriu uma investigação preliminar contra Assange em 2010 para um “caso menor” de estupro. Ele falou, no entanto, de um procedimento politicamente motivado e sexo consensual. O julgamento foi suspenso em 2017 porque os investigadores não viram como avançar na investigação.

O advogado de uma mulher que acusa o fundador do WikiLeaks de estupro e agressão sexual havia solicitado que o caso fosse reaberto. O objetivo é que Assange possa ser extraditado para a Suécia e processado.

*Com informações da Der Spiegel

 

 

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