O estudo Perfil Socioeconômico dos Refugiados no Brasil  será lançado nesta-quinta feira (30), na Universidade de Brasília (UnB), pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) e pela Cátedra Sérgio Vieira de Mello (CSVM), vinculada ao organismo. 

Segundo a pesquisa,  a maioria dos refugiados no Brasil trabalha, tem nível de escolaridade acima da média brasileira e, apesar das dificuldades que enfrenta, buscaria mais uma vez o país, caso precisasse novamente de guarida.

Muitos deles também manifestam que querem prosperar no país através do empreendedorismo.

E, embora, por um lado, alguns tenham a alegria de estabelecer laços afetivos com brasileiros, por outro, uma parcela ainda sofre discriminação, ganha pouco e desconhece seus direitos.

Do total de pessoas que participaram da consulta, 71% eram provenientes de quatro países: Síria (31,4%), República Democrática do Congo (23,8%), Angola (8,6%) e Colômbia (7,3%).

Além disso, 404 entrevistados (83,1%) entraram no país depois de 2010.

Ler mais

*Agência Brasil

Anúncios