Estudantes e professores voltaram a protestar nesta quinta-feira (30) contra as medidas do Governo federal que diminuíram as verbas para a educação no país. A segunda série de atos pela educação em 15 dias trouxe bandeiras mais abrangentes, como a condenação da Reforma da Previdência.

Os protestos não contaram com a participação formal dos partidos de oposição, mas foram convocados por entidades estudantis como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), registra o UOL.

A adesão menor em relação à manifestação anterior já era esperada pelos organizadores, segundo revelou reportagem do jornal O Estado de S. Paulo publicada nesta quinta-feira.

No ato, a defesa da educação dividiu espaço com cartazes, gritos e declarações em carro de som contra a Reforma da Previdência e contra o Governo, em geral, além de bandeiras do PSOL, PSTU e da CUT.

Cartazes com as frases “Educação não é mercadoria”, “Balbúrdia é cortar dinheiro da educação” e “Educação é investimento” pintavam o cenário da manifestação.  Algumas entidades, como o Cpers e a União Nacional dos Estudante (UNE) marcaram presença na mobilização.

Entre os manifestantes, muitos usavam camisetas com a imagem do ex-presidente Lula e a inscrição “Lula Livre”.

Em Brasília, durante um princípio de tumulto entre policiais militares e manifestantes, a polícia usou spray de pimenta contra um grupo e um homem foi detido.

Aos gritos de “fascista” e “Lula Livre”, um grupo de manifestantes cercou e agrediu o jornalista Marcelo Mattos, da Jovem Pan, em reportagem no UOL.

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