Steven Mosher, fundador e presidente do Population Research Institute, em uma entrevista em Roma ao editor-chefe da LifeSiteNews, John-Henry Westen, denuncia que a China estaria extraindo órgãos de prisioneiros enquanto eles ainda estão vivos.

Steve explicou que, mais recentemente, a China mudou para uma “versão mais avançada” simplesmente paralisando sua vítima. 

“A vítima ainda está viva e respirando, mas não consegue se mover porque os músculos estão paralisados, e eles extraem os órgãos enquanto o indivíduo ainda está vivo – o coração, o fígado, os rins, qualquer coisa que você possa imaginar que tenha valor monetário”, disse Steven.

Steven disse que o governo chinês “fez grandes esforços” para negar que isso está acontecendo, mas a nova alegação do governo chinês de que houve um “aumento linear” na doação voluntária de órgãos é uma propaganda “claramente fabricada”.

Steven disse à LifeSite que enviou um estudo recente ao arcebispo Marcello Sorondo, da Academia Pontifícia das Ciências, no Vaticano,  mostrando que os dados da China foram fabricados, juntamente com histórias de vítimas.

Ainda, em 2016, um grupo chamado Médicos Contra a Colheita de Órgãos Forçados (‘DAFOH’) conduzindo pesquisas sobre coletas de órgãos forçadas em ‘prisioneiros de consciência’, denunciava que a China é “o único lugar onde a coleta sistemática de órgãos continua a ocorrer em massa e tudo isso sancionado pelo Estado”.

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