O presidente Jair Bolsonaro comparou nesta terça-feira a reforma da Previdência com a batalha naval de Riachuelo, decisiva na Guerra do Paraguai, travada no Século 19, e disse estar confiante que sairá vitorioso graças ao ministro da Economia, Paulo Guedes, a quem chamou de “almirante”.

Em discurso para empresários na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Bolsonaro fez uma defesa enfática da necessidade da reforma da Previdência e, ao reiterar o anúncio feito mais cedo de que a Petrobras reduzirá o preço da gasolina, voltou a dizer que não interfere na política de preços da estatal.

“Inclusive hoje o presidente da Petrobras anuncia logo mais uma redução de 3% no preço da gasolina”, acrescentou, repetindo o anúncio que fez mais cedo pelo Twitter.

“Nunca teve e nunca terá qualquer influência do Executivo na política de preços da Petrobras”, assegurou.

Ele afirmou ainda aos empresários que eles têm um governo aberto ao setor produtivo. “Nunca os senhores terão um governo tão aberto para os senhores”, disse.

Ele disse ainda que é necessário se preocupar com a Argentina e que cada um tem que fazer o que puder pelo país vizinho. “O que nós juntos pudermos fazer, temos que fazer, não podemos ficar esperando”, mas sem dar mais detalhes dos planos que estão na mesa.  *Reuters e AE