Na sexta-feira (14), foi oficializada a visita da Alta Comissária de Direitos Humanos, Michelle Bachelet à Venezuela. Diante de tal situação o jornalista argentino acreditado na ONU, Juan Gasparini, revelou que um grupo de presos políticos poderia ser libertado.

Por meio de seu canal no YouTube, Juan Gasparini,  disse que “alguns companheiros” de Bachelet permaneceriam em Caracas sob a direção do representante da ONU na Venezuela, com a intenção de preparar um escritório de direitos humanos em Caracas.

Por outro lado, ele mencionou que “algumas das penitenciárias que não podiam ser visitadas por enviados anteriores, aquelas que estão sob serviços secretos, poderiam ser visitadas 20 e 21 de junho pelo Alto Comissariado”.

Freddy Gutiérrez, membro eleito pela Assembléia Geral da OEA como alto comissário da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) disse que a prioridade do Alto Comissariado para os Direitos Humanos da ONU, Michelle Bachelet, além de abordar a questão dos prisioneiros políticos na Venezuela é ver a deterioração do sistema penitenciário.

Ele também indicou que Bachelet vai investigar a relação entre o salário mínimo e a cesta básica, embora tenha enfatizado que já deve haver um avanço nesse sentido, graças a outros especialistas que a ONU enviou.

Gutiérrez também indicou que o Alto Comissariado poderá certificar as taxas de violência no país, bem como a escassez de combustível e outros recursos que existem especialmente no interior do país.

*Adaptado da fonte NTN24

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