Depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, reconheceu Jerusalém como a capital de Israel e transferiu a embaixada dos EUA para a cidade do rei Davi, a Guatemala logo seguiu o exemplo. 

Recentemente, Honduras e Romênia anunciaram planos de transferir suas embaixadas para Jerusalém. Isso veio quando o Brasil , a República Tcheca e a Hungria também abriram novos escritórios na cidade sagrada. 

A Rússia, a Austrália, o Panamá e a República Tcheca já reconhecem a Jerusalém Ocidental como a capital de Israel. Agora, a Moldávia está ponderando a possibilidade de transferir sua embaixada para Jerusalém. 

Na esteira desses desenvolvimentos, parece natural que a Índia, sob a liderança do primeiro-ministro Narendra Modi, faça o mesmo.

Dada a forte amizade entre Israel e a Índia, é natural que a Índia reconheça a sede do governo de Israel – onde seu parlamento, a Suprema Corte e os ministérios do governo estão localizados – como sua capital.

É muito importante para o povo judeu que a Índia reconheça Jerusalém como a capital de Israel. Jerusalém desempenha um papel central na fé judaica. O rei Davi estabeleceu Jerusalém como a eterna capital 3.000 anos atrás.

Índia e Israel têm muitos valores compartilhados e enfrentam ameaças comuns. Ambos são nações democráticas. Ambos são nações antigas com histórias que remontam a milhares de anos. Ambos consideram o Islã radical como uma ameaça existencial à existência de suas nações. Ambos travaram uma série de guerras sangrentas desde que seus países foram divididos. E os dois países declararam independência na mesma época, destaca o jornal Israel Hayom.

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