O governo dos Estados Unidos impôs nesta sexta-feira (28) sanções ao filho do presidente da Venezuela, Nicolás “Nicolasito” Ernesto Maduro Guerra, a quem acusou de aproveitar-se da corrupção instaurada pelo governo dirigido por seu pai.

“Pouco após Maduro se tornar presidente, ele nomeou o filho para liderar o recém criado corpo de inspetores da presidência, e em 2017, Maduro Guerra foi eleito como membro da Assembleia Nacional Constituinte, considerada “ilegítima” pelos Estados Unidos, o que serviu só para fortalecer o regime do pai dele”, de acordo com o comunicado do Departamento do Tesouro dos EUA, citado pela agência France Presse.

“Maduro se sustenta no seu filho Nicolasito e em outros vinculados ao seu regime autoritário para manter o controle da economia e reprimir o povo da Venezuela”, declarou o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, em comunicado.

Mnuchin acrescentou que “o regime de Maduro está baseado em eleições fraudulentas”, e que o círculo mais próximo ao governante venezuelano “vive luxuosamente graças aos benefícios da corrupção”.

“O Tesouro continuará perseguindo familiares cúmplices”, ressaltou Mnuchin.

Com esta decisão, ficam congelados todos os ativos que o filho de Maduro possa ter sob jurisdição americana e todas as entidades e empresas americanas estão proibidas de efetuar transações com ele, registra  a agência EFE.

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