O regime de Nicolás Maduro confirmou neste sábado (29) a morte do militar Rafael Acosta Arévalo, que estava detido e sob custódia por causa de seu suposto envolvimento em um golpe de estado. 

Segundo um comunicado oficial, Maduro pediu ao titular do Ministério PúblicoTareq Saab, “uma completa e exaustiva investigação que esclareça esta morte”, que classificou como “lamentável” o episódio.

A advogada Tamara Suju, primeira a divulgar a informação da morte de Arévalo, disse que o militar apresentava “graves sinais” de tortura quando compareceu a uma audiência na Justiça. Segundo ela, ele não conseguia falar e ficar de pé. “O juiz ordenou que ele fosse levado ao hospital militar, mas ele acabou morrendo hoje. Maduro é responsável”, disse a advogada.

Tão logo, a advogada anunciou a morte do militar, Guaidó disse que levará o caso à ONU e reiterou sua solicitação para à Força Armada deixar de apoiar Maduro e que os militares não permaneçam “indiferentes”, diante deste horror, concluiu.

De acordo com informações da imprensa venezuelana, Arévalo foi detido no dia 21 de junho por funcionários da Direção Geral de Contrainteligência Militar, sem que fossem explicados imediatamente os motivos da ação.

*Com informações da agência EFE

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