Neste domingo (30) os membros do Grupo de Lima, que é formado pela Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia,  Costa Rica,  Guatemala, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru, Santa Lúcia e o governo dissidente da Venezuela, divulgaram nota condenando o assassinato do capitão venezuelano do Corvette Rafael Acosta Arévalo.

Além disso, a organização expressou sua solidariedade e simpatia às famílias das Acosta, que morreu no sábado 29 de junho à 1 da manhã em um hospital onde estava sendo tratado, após tortura severa com acusações a membros da Direção-Geral de Contra-Inteligência Militar.

Acosta foi preso em 21 de junho e, sete dias depois, quando foi levado a tribunal, foi quando percebeu a delicada situação de saúde que apresentava. Ele chegou ao hospital em uma cadeira de rodas porque não conseguia ficar em pé, não sabia falar, poucas palavras foram entendidas, então o juiz decidiu que ele deveria ser levado a um centro de saúde.

O Grupo de Lima continuará a rejeitar tudo o que estiver vinculado às prisões e torturas arbitrárias cometidas pelo regime de Nicolás Maduro, isso acontece com aqueles que considera seus opositores.

A comunidade internacional apelou ao escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, para emitir medidas imediatas para que os direitos dos venezuelanos sejam restaurados novamente e, assim, sua integridade seja protegida. *NTN24

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