O militante de esquerda norte-americano Glenn Greenwald, cofundador do site panfletário Intercept, reuniu-se com um grupo de 40 advogados nesta terça-feira (9).

A ideia é criar um Comitê pela Liberdade de Imprensa que atue na defesa de repórteres ameaçados, neste e em outros casos que possam gerar represálias do Estado.

A mobilização começou depois que foi divulgada a notícia de que a Polícia Federal, subordinada ao ministro Sergio Moro, da Justiça, teria pedido ao Coaf, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras, uma análise sobre as contas bancárias de Greenwald.

Os juristas se colocaram à disposição de Greenwald e de outros ativistas/jornalistas que estão participando da ofensiva contra o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e integrantes da maior operação de combate ao crime da América Latina.

Entre eles, os lulistas Geraldo Prado, Aury Lopes, Juarez Tavares, Carol Proner, Dora Cavalcanti, que defendeu a Odebrecht, Luciano Bandeira, da OAB, e Marco Aurélio de Carvalho, sócio de José Eduardo Cardozo, juntaram-se a Nilo Batista, que foi advogado de Lula e que, atualmente, defende o próprio Glenn Greenwald.

Kakay e Alberto Toron, advogado de Dilma Rousseff e Aécio Neves, enviaram mensagens, segundo o Antagonista.

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