Em sua 17ª edição, a Feira Literária Internacional de Paraty (Flip) traz uma extensa programação que segue até o próximo dia 14.

Entre as instituições que participam da feira este ano está o Museu da Língua Portuguesa, que foi atingido por um incêndio e passa por reconstrução.

Em Paraty, o museu promoverá o primeiro ‘Flip Slam’, ou batalha de poesia falada, com convidados de seis países (Cabo Verde, Portugal, Brasil, Inglaterra, Estados Unidos e Espanha).

O ‘Flip Slam’ acontecerá no dia 12 de julho. Com curadoria de Roberta Estrela D’Alva, uma das pioneiras do movimento slam no Brasil, a batalha de poesia internacional será realizada no Auditório da Praça.

Já o slam da Língua Portuguesa reunirá artistas nacionais na Casa da Cultura de Paraty, com microfone aberto ao público, registra a Agência Brasil.

Paralelamente a Feira, um grupo de moradores organiza em redes sociais e grupos de Whatsapp um protesto contra a presença do ativista do Psol e jornalista Glenn Greenwald, tudo na programação da Festa Literária Internacional de Paraty.

Greenwald está escalado para participar da mesa “Os desafios do jornalismo em tempos de Lava Jato”, na sexta-feira, 12, às 19h, com Alceu Castilho, Gregorio Duviver e Sergio Amadeu.

Diz a convocatória:

– Convocamos todos os Paratienses honestos, trabalhadores desta cidade independente de partido ou opção política, a participar da manifestação que será realizada na próxima sexta feira 12/7 as 17:00hs na praça do Chafariz em repúdio à presença do jornalista Glenn Greenwald. Aproveitamos para expor nossa indignação a esse apoio dado pela Flip. 

A Flip divulgou nota informando que não é responsável pela programação dos espaços parceiros: “Essas programações são construídas de forma autônoma e não necessariamente refletem a opinião da Flip. Os organizadores da Festa Literária não se vêem no papel de desautorizar manifestações que por ventura ocorram no seu território, contanto que as mesmas não contenham teor ofensivo ou discriminatório”.

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