O primeiro-ministro da Etiópia Abiy Ahmed Ali recebeu o Prêmio Nobel da Paz  2019.

Abiy Ahmed Ali, nascido em 15 de agosto de 1976, é um político etíope que atua desde 2 de abril de 2018 como o quarto e atual primeiro ministro da República Democrática Federal da Etiópia.

Enquanto servia na Força de Defesa Nacional da Etiópia, Abiy recebeu seu primeiro diploma, bacharel em engenharia da computação pelo Microlink Information Technology College em Addis Abeba em 2001.

Um ex-oficial de inteligência do exército, Abiy, desde que se tornou primeiro-ministro, lançou um amplo programa de reformas políticas e econômicas.

Abiy possui um Master of Arts em Liderança Transformacional, obtido na escola de negócios da Universidade de Greenwich, Londres, em colaboração com o Instituto Internacional de Liderança, Addis Ababa, em 2011.

Ele também possui um Master of Business Administration pelo Leadstar College of Management and Leadership in Addis Abeba em parceria com a Ashland University em 2013.

O galardão foi atribuído pelo Comité Norueguês do Nobel pelos seus esforços para “alcançar a paz e a cooperação internacional”, com os acordos de paz com a Eritreia.

“Ainda que falte muito trabalho na Etiópia”, Abiy Ahmed Ali​ “passou os últimos meses a tentar alcançar a anistia do país”, acabando com a censura dos meios de comunicação, promovendo a paz social, e aumentando a importância das mulheres na comunidade da Etiópia.

A ambientalista sueca Greta Thunberg, o Papa Francisco, o Presidente norte-americano, Donald Trump, e o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados eram outros dos principais candidatos ao Nobel da Paz, que foi anunciado esta sexta-feira.

Num ano com 301 candidatos – o quarto valor mais alto de sempre -, a lista de potenciais laureados com o Nobel da Paz tinha vários nomes reconhecidos internacionalmente entre as 223 pessoas nomeadas individualmente e as 78 organizações que concorreram a um dos mais cobiçados prêmios do mundo.

Em 2018, o Nobel da Paz foi atribuído a duas personalidades que têm desenvolvido um trabalho contra a violência sexual, o Denis Mukwege e a yazidie, Nadia Murad.     *Com agências internacionais

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