Nova Organização da esquerda que substituiu o Foro de São Paulo é montada para coordenar uma Guerra Híbrida Continental, conforme diretrizes do Grupo de Puebla.

Após a perda do poder na maioria dos países e sem fontes de financiamento, que provinham do Chavismo com os petrodólares da Venezuela e do sistema de corrupção montado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) no Brasil a esquerda trabalhou uma nova estrutura, explica o site DefesaNet.

Criado em 14 de julho de 2019, na cidade de Puebla, no México, o grupo tem entre seus fundadores políticos socialistas da América Latina e da Espanha:

– México – Cuauhtémoc Cárdenas;
– Argentina – Alberto Fernández (atual candidato à presidência), Jorge Taiana e Felipe Solá;
– Chile –  Marco Enríquez-Ominami, Alejandro Navarro e José Miguel Insulza;
– Brasil – Lula da Silva, Dilma Rousseff, Fernando Haddad e Aloizio Mercadante;
– Colômbia – Ernesto Samper e Clara López;
– Paraguai –  Fernando Lugo;
– Equador  – Rafael Correa e Gabriela Rivadeneira;
– República Dominicana – Leonel Fernández, e .
– Espanha – José Luis Rodríguez Zapatero.

Segundo o relatório de Edgar Otálvora, o PT brasileiro, o Kirchnerismo argentino, o Correismo equatoriano e os socialistas chilenos são o centro do Grupo de Puebla.

Conforme o site Avança Brasil, após a criação do Grupo de Puebla tem início na América Latina uma onda de manifestações violentas visando debilitar e desestabilizar os governos dos países com política neo-liberal, iniciando com o PERU, 30/09 – HONDURAS, 10/10 – BRASIL, 26/09 (caso derramamento criminoso de óleo atingindo todo litoral nordestino) – MÉXICO, 18/10 – CHILE, 20/10.

Todos esses atos, atingindo governos latino-americanos, confirmam o pronunciamento do líder venezuelano, braço direito de Maduro, Diosdado Cabello, “de que tudo está programado”.

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