O dossiê de 33 páginas “revela a verdade perturbadora sobre o anti-semitismo em uma das universidades mais conceituadas dos Estados Unidos”.

A ONG americana Alums for Campus Fairness divulgou um relatório abrangente na semana passada que documenta o que a ACF descreve como “anti-semitismo sistêmico e uma deslegitimização arraigada de Israel” na Universidade de Columbia e sua escola irmã, Barnard College.

O dossiê de 33 páginas documenta mais de 100 incidentes que fizeram de Columbia e Barnard “um foco de ódio” desde o ano acadêmico de 2016-17.

O catálogo categorizou cada ato em uma dessas categorias: expressões anti-semitas, significando linguagem, imagem ou comportamento que seriam considerados anti-semitas de acordo com as diretrizes descritas na definição de anti-semitismo do Departamento de Estado dos EUA; incidentes direcionados a estudantes e funcionários judeus; ou atividade relacionada ao movimento anti-Israel BDS.

Em um desses incidentes, o Students for Justice na Palestina realizou um “morrer” no campus de Columbia em maio e divulgou uma declaração que apóia o terrorismo, nega o direito à autodeterminação judaica e acusa Israel de limpeza étnica e genocídio.

O relatório também analisou “várias declarações, publicações e ações preconceituosas e anti-semitas” dos professores e funcionários de Columbia e Barnard.

Avi Gordon, diretor executivo da ACF, disse à JNS (Sindicato Judaico de Notícias): “Este relatório revela a verdade perturbadora sobre o anti-semitismo em uma das universidades mais conceituadas dos Estados Unidos”.

Neste momento de crescente ódio contra os judeus, o Alums for Campus Fairness “acredito que é fundamental que o público, a mídia e os formuladores de políticas tenham as ferramentas para lidar com esse clima de fanatismo”, destacou Gordon. *Jornal Israel Hayom

 

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