O presidente encarregado da República Venezuelana participou do Encontro Nacional da Sociedade Civil da Frente Amplio Venezuela Libre, no qual reiterou seu pedido de manifestações de rua em 16 de novembro.

Juan Guaidó disse na quinta-feira (31) que não há razão para os venezuelanos permanecerem sem fazer nada diante da situação que o país está passando.

Ele reiterou seu apelo à mobilização em 16 de novembro, para que a sociedade civil, sindicatos e trabalhadores exijam salários decentes e condições ideais de trabalho.

“O regime quer mostrar que há uma luta pelo poder e não é assim. O que há é uma luta para viver com dignidade. Os professores, os enfermeiros, não estão sozinhos. Existe uma sociedade civil que os acompanha. É dignidade, é normalidade”, disse ele.

Guaidó falava no Encontro Nacional  da Sociedade Civil Frente Amplio Venezuela Libre, que teve lugar na Aula Magna da Universidade Católica Andrés Bello, em Caracas.

Ele disse que o regime venezuelano gerou a emergência que existe atualmente no país, destruiu o campo e tornou os venezuelanos dependentes das exportações.

“O medo é a única coisa que resta à ditadura”, enfatizou.

Guaidó também destacou que os venezuelanos nunca se acostumarão à situação gerada pelo regime de Nicolás Maduro no país.

“Todos nós aqui queremos parar de implorar por comida ou água, e alcançamos esse momento porque não paramos de agir. Temos uma estratégia, apesar dos erros ”, afirmou. *El Nacional

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