Um dia após ser solto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu o tom ao discursar em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos, em São Bernardo do Campo, neste sábado (9), e foi ao confronto político.

Em aproximadamente 40 minutos, o petista agradeceu o apoio da militância, atacou o governo federal e sugeriu que o Brasil siga o “exemplo do povo do Chile”, país que enfrenta violentos protestos que já resultaram em aproximadamente 20 mortes.

Em seu discurso, Lula afirmou que o Brasil precisa se inspirar nos movimentos que acontecem no Chile e ir para às ruas.

“A gente tem que atacar, não apenas se defender”, enfatizou Lula.  

Ao lado de vários nomes da esquerda brasileira, como os ex-candidatos à Presidência Fernando Haddad (PT) e Guilherme Boulos (PSOL), da presidente do Partido dos Trabalhadores Gleisi Hoffmann e do deputado federal Marcelo Freixo (PSOL), Lula declarou: “Nós vamos fazer muita luta. E não é um dia de luta, passar três meses e depois voltar não. É todo dia. Freixo, Haddad, Boulos, PCdoB e que a gente esteja na rua e sobretudo com a juventude”.

 

 

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