Apesar do presidente Piñera ter atendido as reivindicações dos manifestantes, estabelecendo um pacto social e definindo um plebiscito para uma nova constituição, grupos violentos continuam espalhando o terror em todo o território nacional.

Uma subestação elétrica de Copiapó (norte) que terminou com veículos queimados, na quinta-feira (28), marcou uma nova noite com violência, após mais de um mês após o início de uma convulsão social, sem que se tenha as razões da continuidade do terror.

O incêndio de veículos na Emelat de Copiapó e saques em outras cidades, especialmente em La Cisterna, nos arredores de Santiago, foram ações de criminosos que têm dado continuidade ao terror.

Os eventos graves diminuíram nesta semana, quando ocorreram 8 saques em todo o país, mas principalmente em Santiago.

Segundo relatório dos Carbineros quatro delegacias de Santiago e um de Antofagasta (norte) foram atacadas, com um saldo de 31 feridos

Desde o início das manifestações em 18 de outubro, contra o aumento da tarifa de metrô, o Chile tem enfrentado a maior crise social desde o retorno à democracia em 1990.