O presidente encarregado da Venezuela, Juan Guaidó , ratificou na sexta-feira (31) o convite ao país para uma equipe da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), apesar da recusa do regime de Nicolás Maduro.

“Como governo legítimo e como a Venezuela é membro da Organização dos Estados Americanos (OEA) e do Sistema Interamericano, ratificamos o convite à CIDH”, disse Guaidó no Twitter.

O líder da transição venezuelana reiterou que uma comissão da CIDH planeja chegar ao país na próxima semana para “cumprir sua agenda com vítimas, organizações não-governamentais e sociedade civil e verificar a situação dos direitos humanos”.

Segundo a EFE , a Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Nacional (AN) já havia anunciado que estava mantendo o convite.

“A visita é mantida. A posição que desempenhamos é que a visita é concedida. Se não for concedida, ela será refletida nos relatórios. Não deixá-los entrar é o maior dano que pode ser feito (no governo de Nicolás Maduro) porque é demonstrado que os direitos humanos são violados “, afirmou o comissário Humberto Prado em entrevista coletiva.

Prado disse que a delegação da CIDH seria composta por cinco pessoas. No entanto, após o anúncio do regime, eles disseram que “a Comissão deve avaliar quantos vêm e seus poderes”.

Os pontos propostos para a visita incluem “perseguição de deputados, independência judicial da Venezuela, instrumentos de controle social como o cartão do país, liberdade de expressão, operação de serviços públicos ou ecocídio no Arco Mineiro do Orinoco”, lembrou o comissário. *Venepress

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