Como parte de “medidas extraordinárias” para tentar conter o número crescente de casos de Covid-19, o país isolou várias cidades próximas a Milão e Veneza.

Com mais de 200 casos confirmados, Itália enfrenta o maior surto de coronavírus fora da Ásia.

Muitas empresas e escolas foram encerradas. Num ambiente de incerteza, os habitantes procuram aprovisionar-se.

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O mundialmente famoso carnaval de Veneza tornou-se uma vítima das medidas especiais, foi suspenso. Enquanto isso, os venezianos habituam-se ao uso de máscaras protetoras. Colocam máscaras na esperança que, de alguma forma, sirvam de proteção.

No Reino Unido, quatro passageiros que chegaram recentemente da quarentena no navio Diamond Princess, no Japão, testaram positivo por Covid-19. Estavam entre os 30 britânicos repatriados e dois cidadãos irlandeses que iniciaram uma quarentena de 14 dias num hospital no noroeste da Inglaterra. Os quatro foram transferidos, pelo Serviço Nacional de Saúde, para centros especializados em infectologia.

A Coreia do Sul, que regista o maior número de infeções fora da China, quase 800 casos e 7 mortes, foi colocada em alerta máximo de doenças infecciosas pelo presidente Moon.

“A situação do Covid-19 chegou a um ponto crítico. Os próximos dias serão muito importantes. Não devemos apenas detetar pacientes infetados, o mais rapidamente possível, e tratá-los, mas também impedir a disseminação,” declarou o Presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in.

Na China, onde o surto começou, houve uma diminuição na taxa de mortes e novos casos.

Portugal continua sem casos confirmados. Um português que tinha vindo de Milão e estava no Hospital de São João, no Porto, deu negativo. *Euronews