Héctor Schamis, professor da Universidade de Georgetown, em entrevista ao programa NTN24 Tarde, afirmou que considera que alguns fatores políticos na Europa insistem em um diálogo na Venezuela, porque observam, em primeira instância, seus interesses econômicos no país e não têm sua atenção “na vida dos venezuelanos”.

“Sob a insistência de alguns elementos políticos europeus em manter o Grupo de Contato e os diálogos com o regime de Nicolás Maduro e a oposição venezuelana, Schamis disse: “Acho que os europeus estão mais preocupados com seus bens na Venezuela. Empresas europeias, especialmente as espanholas, na Venezuela e não são vítimas de desapropriações arbitrárias, como é o caso habitual do Chavismo, e estão mais preocupadas com isso do que com a vida dos venezuelanos, claramente”, afirmou ele.

O analista também enfatizou que “é um insulto à inteligência de todos e da Venezuela” dizer que Cuba ajudará a encontrar uma solução para o problema da Venezuela: “Cuba não faz parte de uma saída eleitoral limpa na Venezuela, é parte de fraude eleitoral e isso aconteceu sistematicamente no país, com exceção da eleição de dezembro de 2015 que levou a oposição a controlar a Assembléia Nacional”. *NTN24

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