Governo brasileiro move ações contra acusados de desmatar Amazônia

A Advocacia Geral da União (AGU) informou nesta sexta-feira que apresentou em setembro 27 ações para cobrar 893 milhões de reais (US$ 160 milhões) de pessoas acusadas de desmatamento na região chamada de Amazônia Legal.

Segundo a AGU, o montante corresponde ao valor da reparação pelos danos ambientais causados em 35 mil hectares de floresta.

O desmatamento ilegal ocorreu nos municípios dos estados do Amazonas (Lábrea, Nova Aripuanã e Manicoré), Rondônia (Alto Paraíso e Machadinho D’Oeste), Pará (Ulianópolis, Marabá e São Feliz do Xingu), Mato Grosso (Nova Maringá, Santa Cruz do Xingu, São Felix do Araguaia e Peixoto de Azevedo) e Roraima (Mucajaí).

As ações foram ajuizadas no dia 15 de setembro e pedem a indisponibilidade de bens e valores de 23 pessoas e 41 responsáveis solidários.

“O objetivo dos bloqueios é garantir que os réus não venham a se utilizar de medidas de ocultação de bens ou dilapidação de patrimônio, de modo a garantir a efetividade do provimento jurisdicional favorável ao fim do processo”, afirmou Renata Periquito Cunha, coordenadora da chamada Força-Tarefa em Defesa da Amazônia, vinculada a AGU.

Este é o terceiro lote de ações impetradas desde a criação da Força-Tarefa em setembro de 2019.

Segundo a AGU, em aproximadamente um ano, foram movidas ações solicitando a reparação de danos ambientais em 95 mil hectares da Amazônia que somam 2,2 bilhões de reais (US$ 400 milhões) em indenizações. *Xinhua

Categorias:Brasil, Meio ambiente

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