Pobreza atinge 40,9% da população na Argentina

A taxa de pobreza na Argentina subiu para 40,9% da população no primeiro semestre deste ano, com 10,5% de indigência, um dos piores registros da história do país, informou o Indec (Instituto de Estatística).

No final de 2019, a taxa de pobreza era de 35,5% e a indigência, 8%. Na comparação interanual, o número de pessoas abaixo da linha da pobreza aumentou 5,5 pontos porcentuais, e na indigência 2,8 pontos porcentuais.

A Argentina, com uma inflação anual de mais de 40%, está em recessão desde 2018. A pandemia de covid-19 atingiu fortemente sua economia e o FMI (Fundo Monetário Internacional) estima que o país fechará este ano com uma contração de 9,9% do PIB (Produto Interno Bruto).

“Os números são alarmantes”, admitiu o ministro de Desenvolvimento Social, Daniel Arroyo, atribuindo parte da cifra a uma pobreza estrutural desencadeada por sucessivas crises econômicas que afetaram o país nas últimas décadas.

“Aos poucos, chegamos perto de metade da população que não tem condições de comprar com sua renda uma cesta básica de consumo essencial. Isso é muito preocupante porque tem um porcentual muito alto de crianças e adolescentes”, disse à agência France Presse o economista Ricardo Aronskind.

A Argentina, com uma inflação anual de mais de 40%, está em recessão desde 2018. A pandemia covid-19 atingiu fortemente sua economia e o Fundo Monetário Internacional estima que fechará este ano com uma contração de 9,9% do Produto Interno Bruto, registra a Agência France Presse.

Categorias:Américas, Economia

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